Logística
Redução de Custos
terça-feira, 16 de janeiro de 2018
Estudo de Caso Milli – Conferência no Recebimento
Acredito que cabe aos Consultores e Detentores do Conhecimento sobre uma determinada matéria divulgar seu conhecimento. O maior intuito é facilitar a vida das empresas e dos profissionais que nela atuam. Não são projetos para serem copiados, mas para servir de parâmetro de comparação com aquilo já foi feito em outra empresa. É lógico que este não é o objetivo único. Procuramos sim, através da divulgação do nosso conhecimento buscar novos clientes. A Interlogis tem nestes últimos anos divulgado seus conceitos e projetos realizados através dos seus sites, e através de uma ferramenta de capitação de interessados na matéria formarem um banco de empresas e profissionais atuantes ou demandantes deste conhecimento. Meu público alvo são os empresários, executivos e profissionais de logística. No tocante aos profissionais debater a matéria. No tocante a empresários e executivos desenvolver clientes. Neste momento, estou apresentando o estudo de caso da MILLI LINGERIE. O projeto foi realizado para uma empresa comercial com lojas físicas e e-commerce. O projeto buscou identificar a melhor forma de recebimento, estocagem, separação dos pedidos e envio dos produtos aos pontos de vendas e consumidores finais, dentro de um nível de serviço pré- determinado. O e-book foi gerado concomitante a entrega das etapas ao cliente, desta forma, esse trabalho foi realizado a quatro mãos, sendo que o empreendedor e diretor administrativo da Milli, Sammer Ghosn, teve uma grande contribuição intelectual neste trabalho. Aproveita a oportunidade e baixe o e-book. Faça parte da minha rede informando corretamente seu email e telefone.
http://conteudo.interlogis.com.br/caso-milli
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Recuperação das vendas do comércio fica mais consistente. Este é o seu momento.
POR FERNANDO SOBRAL
16 de novembro de 2017
Neste final de semana
aproveitei para por minha conversa em dia. Como o assunto do momento é economia,
ou melhor, superação da crise econômica, eu fiz uma visita ao Blog da Miriam
Leitão. Lá encontrei um artigo do MARCELO LOUREIRO, “Recuperação das vendas do
comércio fica mais consistente”. É esses rumores estão sendo bem constantes.
Será que agora vai? Ele continua: “Fatores mais permanentes, como a queda da
inflação e dos juros, estão fazendo efeito no balcão das lojas. No recorte
mensal, que oscila mais, as vendas cresceram 0,5% em setembro, e o setor agora
acumula alta de 1,3% nos nove meses de 2017”.
Aqui na Interlogis,
ainda eu não percebo tais melhorias. Nestes anos difíceis, fico aliviado por
estar com as contas em dia, e sobrevivendo aos percalços criados pelos nossos
políticos.
Mas realmente estou
tendendo e acreditar na recuperação da economia, por um motivo muito simples: O
Brasil não tem motivos (fora os políticos) para permanecer nessa recessão. E
realmente acho que está chegando esse momento.
Mas como estão as
empresas hoje: Inicialmente devo apontar que muitas quebraram. Aquelas que
permaneceram enxugaram seus custos e estão produzindo abaixo da sua capacidade
instalada. Ficou mais ou menos assim: As empresas com um número de linhas de
produção maior que o necessário, turnos de trabalho reduzido, almoxarifados de
produtos acabados com endereço sobrando.
Na retomada, rapidamente
o quadro deve ser invertido, ou seja, e vai faltar capacidade produtiva. Este
momento de retomada é estratégico para melhorar os processos, por exemplo,
implantar novos sistemas de gestão. Seja um Sistema de Gestão de Armazém, ou um
Sistema de Gestão de Transporte. Também podem mecanizar ou automatizar sua área
de produção ou de logística interna utilizando estruturas de verticalização
como prateleiras, sistemas de embalagem e acondicionamento entre outras.
Desta forma, vejo a
retomada como a oportunidade de organizar sua empresa e voltar a crescer. É o
seu momento. Pense nisso.
Abraço
quinta-feira, 27 de julho de 2017
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Novo Carrinho de movimentação e Armazenagem
O projeto identificou a melhor forma de recebimento, estocagem, separação dos pedidos e envio dos produtos aos pontos de utilização, considerando as pretensões do cliente. Uma das necessidades foi a de elevar a mercadoria entre pavimentos. Isto gerou a solução projetada pela INTERLOGIS.
Saiba mais no:
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Treze dicas para redução dos custos
Treze dicas para redução dos custos com embalagens no processo de movimentação, armazenagem e transporte de materiais
O projeto dimensional da embalagem começa com o
dimensionamento geométrico: forma e dimensões. Este projeto depende, é claro,
de um lado, da análise dimensional do produto embalado, que, como vimos, não é
trivial. Envolve, quase sempre, uma preocupação com a minimização das
dimensões, associada a uma minimização de custos de embalagem e logística
(espaços físicos).
Por outro lado, as restrições dimensionais desse espaço, no
transporte, movimentação e armazenamento, vinculados às padronizações de
unidades de carga, que já abordamos.
Então, temos duas referências para o
dimensionamento: a interna e a externa.
No caso mais simples, dadas as dimensões do produto
determina-se, através de um critério de folgas necessárias, as dimensões da
embalagem. A folga pode ter a ver com a necessidade de inserir as mãos para a
retirada do produto da embalagem, ou de manter o produto afastado das paredes
da embalagem como forma de proteção contra impactos localizados.
Sistemas de
calços ou acolchoamentos, para a proteção do produto contra choques e
vibrações, devem ser dimensionados (como veremos adiante) de forma que afeta o
dimensionamento da embalagem.
Vimos, ao tratar das dimensões do produto, o caso
das batatas fritas padronizadas. Pode-se, também, compactar determinados
produtos, como toalhas de banho, para que caibam em embalagens de menor
tamanho. Produtos têxteis podem ser dobrados de forma a se obter uma otimização
do espaço ocupado ou uma compatibilização com o referencial externo,
normalmente o palete.
Padronização interna
da embalagem
Num caso mais complexo, tem-se uma embalagem para mais de um
produto. Isso ocorre quando há necessidade de padronização. Se uma empresa tem
cem produtos diferentes, naturalmente não poderá ter cem embalagens diferentes,
pois perderia toda economia de escala, seja na aquisição das embalagens, seja
na operação, controle de estoques, automação, etc.. Certamente, se uma embalagem
deve servir para mais de um produto, alguns ficarão com espaço sobrando,
enquanto poucos caberão mais justamente.
O problema geral é o de minimizar a
quantidade de embalagens para todos os produtos, minimizando também as folgas
inevitáveis. Não temos, ainda, uma solução matemática, determinística, desse
problema, apesar de o mesmo ter já sido apresentado a diversos estudantes e
professores de computação e matemática. Talvez por termos uma solução
heurística que já se mostrou satisfatória.
A solução heurística envolve primeiro, a criação de
embalagens ideais para cada produto. É possível, mesmo, que determinado produto
tenha mais de uma embalagem adequada, com a variação de posições ou arranjos,
por exemplo. Assim, para os meus cem produtos originais, posso ter 130 ou 140
embalagens ideais.
O passo seguinte, é o de alinhar todas as embalagens por
ordem de altura, de forma que possa introduzir pontos de cesura, separando
diferentes grupos: o grupo das caixas mais altas, das menos altas, das médias,
das menos baixas e das mais baixas.
Texto: Ernesto Pichler
Segue então Treze Dicas para
redução de perdas em embalagem
Dica 01 - Perda de
Espaço: Alguns arranjos podem ter muitos “vazios” entre as suas unidades.
Além da perda de espaço, o peso é distribuído desigualmente, possibilitando o
desmoronamento das pilhas.
Dica 02 - Compacidade:
As várias unidades de um arranjo devem “se casar”, para que haja o necessário
entrelaçamento do conjunto.
Dica 03 - Tamanho das
Embalagens: Para utilizar paletes padronizados, as empresas devem adaptar a
eles suas embalagens. É antieconômico manter paletes de vários tipos e
dimensões em um só sistema. No que se refere ao eventual reestudo das
embalagens, há algumas recomendações importantes, com relação às caixas de
papelão mais comumente empregadas.
Dica 04 - Resistência:
As embalagens devem ser suficientemente fortes para aguentarem o empilhamento,
suportando o peso de sobreposição da carga paletizada.
Dica 05 - Peso: Uma caixa de papelão
carregada com 15 kg, é considerada “ótima”. Pesos maiores de 25 kg não são
recomendáveis, pois tornam difícil a manipulação individual, quando da
colocação das caixas sobre os paletes.
Dica 06 - Cubagem: Caixas muito grandes
ou muito pequenas aumentam o custo do manuseio. A cubagem ideal para a carga
ser paletizada é de 28 l, aproximadamente.
Dica 07- Altura: Para melhor
estabilidade, a altura da embalagem não deve ultrapassar as medidas de
comprimento e largura. Recomenda-se que não seja superior a 350 mm e 1.800 mm,
respectivamente, para cada unidade e carregamento total.
Dica 08 - Embalagem em forma de cubo, pois
dificulta a arrumação sobre o palete, bem como seu empilhamento com segurança;
Embalagens muito fracas que não permitem o empilhamento.
Dica 09 - Embalagens muito pesadas que
são movimentadas ou ser deslocados manualmente.
Dica 10 - Superlotar a embalagem pois suas superfícies
laterais ficarão abauladas, dificultando o empilhamento.
Dica 11 – Evitar volumes com formas não
usuais como os cônicos, cilíndricos, hexagonais, etc., pois são difíceis de ser
paletizados e desperdiçam espaço.
Dica 12 – Identificar as embalagens em
suas diferentes faces, pois poupa tempo na operação. As embalagens mal
identificadas um volume poderá ser paletizado duas ou três vezes, dependendo do
tipo de operação.
Dica 13 Procurar utilizar embalagens ou
contentores que possam ser movimentados mecanicamente, preferencialmente sem necessidade
do palete.
Vejam o estudo de caso de como se deu a redução de custo
logístico na prática:
domingo, 26 de julho de 2015
SISTEMAS CONSTRUTIVOS HABITACIONAIS E LOGÍSTICA
Navegava na internet e uma notícia me
chamou atenção: - “Construtora vende casa de plástico reforçado”.
O artigo tratava da Casa Prática que é
uma espécie de Lego que fica pronta em cerca de dez dias, custa R$ 20 mil, ou
seja, menos do que um carro popular e pode ser financiada pelo SFH (Sistema
Financeiro de Habitação). A estrutura da casa é feita de aço.
Ao todo, no País, já existem 30 casas.
No Rio Grande do Sul existem várias com área média de 42m2, no
Rio de Janeiro existem duas de 63m2, e em São Paulo três casas de
36m2. Todas elas construídas a partir da tecnologia Wall
System desenvolvida no
Brasil com apoio do IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas e da UFMG –
Universidade Federal de Minas Gerais.
Os painéis de Wall System são formados
por uma estrutura tipo sanduíche de lâminas em plástico reforçado com fibra de
vidro e núcleo com materiais que proporcionam isolamento térmico, acústico,
resistência mecânica (impacto e tração) e resistência ao fogo.
O artigo apontava as vantagens da Casa
Prática em relação aos sistemas construtivos tradicionais. Havia vantagem em
relação ao conforto térmico e acústico; à durabilidade e facilidade de limpeza;
à flexibilidade e modularidade da construção; e finalmente à velocidade de
montagem. Particularmente a velocidade
de montagem que gera retorno rápido de investimento. E o retorno rápido do
investimento é o ponto.
Assim como os programas de redução da
fome os programas habitacionais se dão em um contexto comum, ou seja, no
contexto logístico. Os custos habitacionais são multiplicados por causa da
liquidez. O tempo relativo à capitalização, construção e venda gera custos
financeiros proibitivos numa economia com uma taxa de juro extorsiva como a
brasileira.
Quer um exemplo. A pouco tempo atrás,
surgiu uma oferta para aquisição de um apartamento com um valor 20% abaixo do
mercado. Dizia o corretor, compre essa casa por R$ 80, 000,00, que consigo
comprador por R$ 100.000,00. Mesmo considerando a corretagem em 6%, imaginei
que com uma taxa de juros de 25% ao ano, se a venda for realizada no primeiro
mês é um grande negócio. Mas se demorar mais de seis meses para a liquidez o
negócio estará beirando o prejuízo, pois o rendimento financeiro seria maior
que o ganho.
Da onde se pode concluir que todo o
esforço na redução do custo habitacional relativo à técnica dificilmente irá
compensar o esforço relativo à velocidade da construção. Considerar que TEMPO É
DINHEIRO, é a grande verdade.
Portanto a grande solução técnica
construtiva da Casa Prática está realmente na velocidade, porém não somente na
montagem da habitação e sim associada a uma estratégia logística, através de
uma melhor Gestão da Cadeia de Suprimento.
Utilizando o mesmo exemplo do artigo,
que compara os custos habitacionais com o do mercado automotivo. O grande
esforço das montadoras nos dias de hoje está na gestão da cadeia de suprimento,
buscando técnicas de “Just in Time”, “Milk Run”, redução de desperdício e,
principalmente, administração dos estoques na logística in bound (de
suprimento), de processos produtivos, e out bound (distribuição).
Sim, a redução de custos habitacionais
envolve a técnica construtiva, mas também envolve processos.
De acordo com o artigo, os únicos
pontos negativos deste novo tipo de construção são a necessidade de treinamento
das equipes de montagem e a construção de um lote mínimo para tornar o
investimento viável. “Para sermos competitivos, a venda mínima para um
determinado local necessita ser de 20 unidades ou 800 m2 de área construída”.
Nesse ponto surge novamente a questão
logística relativa à escala. A escala que irá possibilitar a otimização dos
recursos produtivos relativos ao
transporte, movimentação, armazenagem e acondicionamento.
No Brasil existe um déficit
habitacional se for considerado que uma grande parcela da população gostaria de
ter sua casa própria. Porém, se a investigação for junto a um proprietário de
imóvel procurando um inquilino ou um comprador verifica-se uma oferta maior que
a procura pressionando os valores dos imóveis e dos aluguéis abaixo da
capitalização do valor do imóvel.
Da onde se conclui que existe sim uma
grande oferta de imóveis, porém a preços não acessíveis a maioria dos
brasileiros e a solução passa pelo desenvolvimento tecnológico dos sistemas
construtivos associado a logística e ao gerenciamento da cadeia de suprimentos.
sábado, 11 de julho de 2015
Meta e Previsão de Vendas Planejamento e Controle de estoque em Logística
Fernando Sobral
Muitas expansões do armazém poderiam ser evitadas se o
planejamento de estoque fosse mais bem elaborado. A demanda de espaço às vezes
é causada pelo crescimento do negócio, mas às vezes são provocadas pela falha
na previsão de vendas, ou melhor, dizendo, pela falta de cumprimento das metas
de vendas.
A logística busca exatamente oferecer a disponibilidade
de produtos com redução dos ativos. Normalmente, o principal ativo é o capital
de giro empatado nos estoques.
Os critérios para determinação de previsão de venda são
diferentes daqueles que estabelecem metas de vendas.
Para estabelecer a previsão de vendas, as empresas, se
pautam geralmente no histórico de vendas, tipos de produto, situação do
mercado, concorrência, política de preços entre outros. Ou seja, o profissional
de previsão de vendas estabelece parâmetros e modelos matemáticos, para não
comprar ou produzir demais ou de menos, Ele procura não perder vendas por falta
de mercadorias ou empatar um montante muito grande de capital de giro em artigos
que ficarão paradas nos estoques.
O estabelecimento de metas é determinado pela vontade da
força de vendas, ou muitas vezes pelo dono da empresa. A pergunta básica é:
Quanto você quer faturar no final de cada mês? O critério obedecido é o do
desejo versos o esforço. Para atender as metas de venda, a empresa estabelece
critérios visando à melhoria dos níveis de serviço, ou da disponibilidade de
mercadorias e serviços.
Por vezes o desejo não se encaixa a realidade e a empresa
acaba “micando” com um elevado nível de estoque. O problema gera falta de
espaço para armazenagem, transtornando o gerente de logística.
Cabe ao gerente de logística, por um lado, interferir no
devaneio dos vendedores, trazendo-os para a realidade dos fatos. Por outro
lado, estabelecer desenhos do fluxo de mercadorias e informação que possibilite
o devaneio, dentro de um quadro que os estoques fiquem minimizados, porém sem
perdas de vendas por falta produtos.
Portanto, a primeira orientação na solicitação de
crescimento do armazém é a revisão da política de vendas. A atuação do gerente
de logística é muito importante. Quando existe uma confluência entre vendas e
logística a redução de custo na operação se torna realidade.

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